ZEBRA
Rules

11 DISPOSITIVOS DE CONTROLE DE ACESSO OU PASSAGEM

11.1 Cancela ............................................................................................................................................................................... 192

11.2 Bloqueador Retrátil............................................................................................................................................................. 194

Os dispositivos de controle de acesso ou passagem são utilizados para bloquear o fluxo de veículos em determinado ponto ou trecho de pista/via, faixa ou área.

Os dispositivos mais utilizados são:

Cancela

Bloqueador Retrátil

11.1 Cancela

Figura 12.1

A cancela é um dispositivo destinado a controlar o acesso ou a passagem de veículos em determinados locais.

O braço da cancela deve possuir faixas paralelas inclinadas a 45º, conforme exemplo ilustrativo na Figura 12.1.

Deve ser de material que não forme elementos pontiagudos ou agressivos quando impactado por veículos.

O sistema de acionamento da cancela pode ser automático ou manual.

São definidas de acordo com as características geométricas da passagem a ser controlada.

A cancela pode ser utilizada quando se deseja controlar o acesso ou a passagem de veículos em determinado ponto ou trecho de via, ou área de tráfego seletivo, bem como em praça de pedágio, cruzamento rodoferroviário, acesso a balsa, aduana, entre outros casos.

Deve atender a projeto específico.

Conforme o tipo de bloqueio, a cancela pode ser acompanhada do sinal R-1 – “Parada Obrigatória”.

R-1
R-1

11.2 Bloqueador Retrátil

Figura 12.2

O bloqueador retrátil é um dispositivo automático destinado a controlar o acesso de veículos em determinada área, via ou trecho de via, permitindo o ingresso somente de veículos autorizados ou em determinados dias e horários.

O bloqueador retrátil é constituído de um cilindro metálico que contém na sua parte superior uma faixa retro refletiva branca. Pode conter também uma faixa luminosa com LED na cor vermelha, para situação de bloqueio, e na cor verde, quando o veículo for identificado e autorizado (Figura 12.3).

Seu funcionamento pode ser hidráulico ou eletromecânico. Quando acionado, o cilindro desce para um compartimento enterrado, permitindo a passagem do veículo autorizado e retornando à posição elevada de forma automática ou mediante controle remoto, após a passagem do veículo.

O mecanismo eletro-hidráulico é gerenciado pelo usuário por controle remoto, cartão magnético ou teclado, dentre outros dispositivos.

O bloqueador retrátil deve ser resistente a intempéries. Sua resistência a impacto deve ser determinada por estudo de engenharia em função das características dos veículos e da velocidade da via.

O gabinete com o mecanismo eletro-hidráulico deve ser instalado na via, próximo ao local onde se situa o bloqueador.

Pode ser equipado com sinal sonoro para indicar a ativação e desativação do

O dispositivo deve atender, no mínimo, às normas internacionais já certificadas.

O bloqueador retrátil possui as seguintes dimensões (Figura 12.3):

H (altura) = entre 0,50m e 0,75m.

d (diâmetro) = variando de 0,12m a 0,25m

Figura 12.3

Esse dispositivo pode ser utilizado para controlar o acesso ou a passagem de veículos autorizados em trecho de via, ou áreas específicas controladas.

O bloqueador retrátil constitui obstáculo rígido para os veículos, devendo ser evitado em vias com velocidade acima de 50km/h e onde o risco de choque frontal é alto.

A implantação de bloqueador retrátil na via deve:

Assegurar uma largura mínima de 1,20m de passeio, para circulação de pedestres;

Assegurar um vão livre de 3,25m para passagem de veículos com 2,60m de largura, quando retraído (Figura 12.4);

Ser colocado de forma a garantir o acesso de veículos de emergência, fiscalização e os espaço de serviços de utilidade pública.

O espaçamento entre dispositivos deve ser maior ou igual a 1,50m e menor ou igual a 1,60m a fim de evitar a passagem de veículos entre eles (Figura 12.4).

Figura 12.4

O bloqueador retrátil pode ser utilizado associado a outros elementos de proteção tais como vasos, dispositivos de concreto ou outros mobiliários, tais como bancos, de forma a constituir um conjunto homogêneo e integrado (Figura 12.5).

Figura 12.5

APÊNDICE ESTUDO TÉCNICO: MONITORAMENTO DA EFICÁCIA DA ONDULAÇÃO TRANSVERSAL

1 – IDENTIFICAÇÃO DO ÓRGÃO DE TRÂNSITO

Razão social:

Estado/Município:

2 – LOCALIZAÇÃO DA ONDULAÇÃO TRANSVERSAL

Local:

N.º de pistas da via:

□ pista central □ pista lateral

Sentido do fluxo:

3 – ONDULAÇÃO TRANSVERSAL

□ Tipo A □ Tipo B

Data de implantação no local: / /

4 – CARACTERÍSTICAS DO LOCAL/TRECHO DA VIA

Classificação viária (art. 60 do CTB):

Nº de faixas de trânsito (circulação):

Largura da pista:

Largura da calçada/acostamento:

Tipo do pavimento:

Condições do pavimento:

Velocidade regulamentada:

□ Aclive □ Declive □ Plano □ Curva □ Rampa de acesso

Trecho urbano: □ Sim □ Não

Fluxo veicular na pista (VMD):

Trânsito de pedestre:

□ Sim □ Ao longo da via □ Transversal à via □ Não

Trânsito de ciclista:

□ Sim □ Ao longo da via □ Transversal à via □ Não

5 – HISTÓRICO DE ACIDENTES NO LOCAL

Via urbana: trecho máximo de 50 metros antes e 50 metros depois do local.

Via rural: trecho máximo de 500 metros antes e 500 metros depois do local.

Até 12 meses antes do início da implantação da ondulação transversal (dados do estudo técnico do Anexo IV):

Após 12 meses da implantação da ondulação transversal:

Outras informações julgadas necessárias:

6 – PROJETO OU CROQUI DO LOCAL

(Deve conter indicação do posicionamento da ondulação transversal e da sinalização)

7 – RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO ESTUDO TÉCNICO

Nome:

CREA OU CAU nº:

Assinatura:

Data: / /

8 – RESPONSÁVEL TÉCNICO DO ÓRGÃO DE TRÂNSITO PERANTE O CREA OU CAU

Nome:

CREA OU CAU nº:

Assinatura:

Data: / /